Artigo publicado originalmente na Coluna do CPDOc - Jornal Opinião - América Espírita – Ano XIII - Nº 142 – Junho 2007

Esta obra de Paulo Henrique de Figueiredo, publicada pela Editora Lachâtre resgata o pensamento de Mesmer, este brilhante médico, fundador do magnetismo animal.

É uma tradução inédita, integral e comentada das obras de Mesmer. Em um só volume encontramos: “Memória sobre a descoberta do magnetismo animal”, 1779; “Resumo Histórico dos fatos relativos ao magnetismo animal” 1784; “Memória de F.A. Mesmer”, doutor em medicina, sobre suas descobertas, 1799; e as anotações de seus alunos; “Aforismos de Mesmer”, 1785; também com uma biografia e a história, revista, da medicina.

Alcione Moreno
Autor: Alcione Moreno
Médica GO - Terapeuta Sexual, Secretária do CPDoc.

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Artigo publicado originalmente na Coluna do CPDoc - Jornal Opinião - América Espírita – Ano XIII - Nº 141 – Maio 2007

“[...] os direitos nascem quando aumenta o poder do homem sobre o homem – que acompanha inevitavelmente o processo tecnológico (a capacidade do homem de dominar a natureza e os outros homens) – ou cria novas ameaças à liberdade do indivíduo, ou permite novos remédios para as suas indigências.”

Norberto BOBBIO .

Marcelo Henrique Pereira
Autor: Marcelo Henrique Pereira
Presidente da Associação de Divulgadores do Espiritismo de Santa Catarina (ADE-SC), membro do CPDoc e da CEPA.

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Artigo publicado originalmente na Coluna do CPDoc - Jornal Opinião - América Espírita – Ano XIII - Nº 140 – Abril 2007

Considerando que dormimos aproximadamente 1/3 de nossa existência, indagações sobre o sono surgem naturalmente, tanto sob a ótica médica quanto a espírita.

Para a medicina o sono é estado funcional, reversível e cíclico, altamente complexo e ativo, com fases e arquitetura próprias; que interfere profundamente nos outros processos fisiológicos e é por eles afetado, podendo seus distúrbios gerar doenças e alterações comportamentais. Apresenta os seguintes estágios:Vigília, Sono REM e Sono NREM. Destes, o mais interessante é o REM, onde ocorrem os movimentos oculares rápidos e surgem os sonhos mais organizados. Sua atividade cerebral é a que mais se assemelha à da vigília, embora seja ao mesmo tempo, o momento em que estamos mais desligados do meio externo. Em razão deste aparente conflito entre atividade cerebral semelhante à vigília e isolamento do meio externo, esta fase REM é também chamada de “Sono Paradoxal”, “Sono Ativo” ou “Sono dos Sonhos”.

Maria Cristina Zaina
Autor: Maria Cristina Zaina
Médica de imagem, membro do CPDoc em Curitiba e Delegada da CEPA.

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Artigo publicado originalmente na Coluna do CPDoc - América Espírita – Ano X - Nº 102 – Março 2007

Um homem de seu tempo. Essa é a conclusão do trabalho Kardec, Sua Casa e Seus Amigos, de autoria de Carolina e Reinaldo Di Lucia. Uma proposta apresentada no VIII Simpósio Brasileiro do Pensamento Espírita que visa mostrar as particularidades históricas e correntes filosóficas do século XIX, assim como alguns dos principais pensadores que, de algum modo, influenciaram ou apresentaram pontos de contato com a doutrina espírita.

A primeira parte percorre “a casa” de Allan Kardec. O que se passava em um dos séculos mais famosos e conturbados da história moderna? O que se vestia ou se lia? Que invenções eram criadas? Quais guerras estavam em curso? Se o homem é produto de seu tempo, é impossível querer entender minimamente Allan Kardec e, consequentemente, sua obra, sem saber o modo de vida no qual aquela sociedade estava imersa e, daí, o porquê de determinadas teorias e escolas. Depois desse panorama histórico é hora de apresentar “os amigos” de Kardec. Claro que não há evidências de que os personagens tenham travado qualquer contato, mas é certo que alguns deles influenciaram tanto a doutrina que é possível pensar em um espiritismo antes e depois desses autores e do lançamento de suas obras.

Reinaldo Di Lucia
Autor: Reinaldo Di Lucia
Engenheiro Químico, membro do CPDoc e colunista do Jornal Abertura.

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Artigo publicado originalmente no Jornal América Espírita – Ano XII - Nº 138 – Janeiro e Fevereiro 2007

A CEPAmigos e o CPDoc promoveram interessante debate com o professor José Luiz Santos, autor do livro “Espiritismo: uma religião brasileira”, escrito a partir dos estudos que desenvolve na área de representações sociais e simbolismos, analisando a cultura como dimensão do processo social. Professor titular de antropologia da UNICAMP, fez interessante análise da inserção do espiritismo no Brasil, que se deu por meio da elite cultural, branca, letrada e católica, que falava francês e ocupava funções sociais de prestígio (militares, juizes, etc.). Segundo ele, os primeiros espíritas, principalmente os “científicos”, eram progressistas, anti-escravagistas e pró-republicanos.

Destacou que naquele contexto o catolicismo enfrentava problemas com o império e por não atendia a expectativa da cultura brasileira, que ansiava por coisas espetaculosas. Além disso, o espiritismo surgiu em sintonia com o paradigma dominante do século XIX, o evolucionismo teleológico, que propunha um sentido ao paraíso, o lugar perfeito para onde natural e inexoravelmente evoluiria a sociedade.

Ademar Arthur Chioro dos Reis
Autor: Ademar Arthur Chioro dos Reis
Médico sanitarista e professor universitário. Membro do CPDoc e do Centro Espírita Allan Kardec (Santos-SP)

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A prática da mediunidade desenvolveu-se no Brasil à margem do método e dos referenciais instituídos por Kardec em sua vasta obra (em particular, n’O Livro dos Médiuns). Após quase 150 anos de disseminação da mediunidade, temos a convicção de que a compreensão de seus mecanismos ainda é muito incipiente.

No início da década de 1970, um grupo de estudiosos ligados ao Centro Espírita “Luz Eterna”, de Curitiba-PR, elaborou e difundiu nacionalmente o COEM – Centro de Orientação e Educação Mediúnica, formando médiuns e dirigentes de reuniões e reformulando a prática mediúnica, sem o escopo de instituir um processo de investigação e ampliação do conhecimento sobre os temas relacionados à mediunidade. Deve-se destacar, ainda, o trabalho de formulação teórica desenvolvido por J. Herculano Pires, em especial em sua excelente obra “Mediunidade (Vida e Comunicação)”, em que trata das questões conceituais relacionadas àcomunicabilidade entre os mundos material e espiritual e alguns aspectos práticos envolvidos nesta relação. De uma maneira geral, os autores que se propuseram a investigar o processo de comunicação mediúnica (PCM), em número reduzidíssimo, restringiram-se a reproduzir as reportagens e análises (de inegável qualidade e profundidade) que compõem a obra do espírito André Luiz, por meio da mediunidade de Chico Xavier.

O livro “Processo de Comunicação Mediúnica: Mecanismos da Mediunidade” , de nossa autoria, publicado pela Editora CPDoc, é fruto da pesquisa mediúnica que desenvolvemos por um longo período no Centro Espírita Allan Kardec (Santos), procurando retomar o método de investigação formulado por Kardec. Nele apresentamos as conclusões a que pudemos chegar no sentido de decifrar os mecanismos envolvidos no PCM.

Ademar Arthur Chioro dos Reis
Autor: Ademar Arthur Chioro dos Reis
Médico sanitarista e professor universitário. Membro do CPDoc e do Centro Espírita Allan Kardec (Santos-SP)

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Coluna do CPDoc - América Espírita – Ano IX - Nº 99 – Novembro 2006

A pesquisa aborda a versão espírita da história produzida durante as décadas de 1930 e 1940. Dois livros espíritas nortearam o trabalho: A Caminho da Luz, de Emmanuel e Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho, de Humberto de Campos.

Para felicidade do CPDOC, Fábio apresentou seu trabalho ao grupo em 2004 (em Santos) e agora em 2006 (em Curitiba), ao lançar o livro.

Saulo de Meira Albach
Autor: Saulo de Meira Albach
Membro do CPDOC, Integrante do grupo musical “Alma Sonora, de Curitiba-PR.

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Coluna do CPDoc - Jornal Opinião - América Espírita – Ano XIII - Nº 135 – Outubro 2006

Neste artigo gostaria de ressaltar alguns tópicos para esclarecimento. A definição de células tronco:

Célula (do latim cellula, quarto pequeno) é a menor unidade de um ser vivo. Tronco equivale a ponto que origina ramificações. Assim, célula-tronco é aquela capaz de produzir células-filha idênticas. As células-tronco são células indiferenciadas, ou seja, com potencialidade de se transformar em qualquer tipo de célula especializada do organismo. Por exemplo, células hematopoiéticas – são as encontradas no sangue, células musculares, as encontradas nos músculos e etc.

Alcione Moreno
Autor: Alcione Moreno
Médica GO - Terapeuta Sexual, Secretária do CPDoc.

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Coluna do CPDoc - América Espírita – Ano XIII - Nº 134 – Setembro 2006.

A partir deste mês o Centro de Pesquisa e Documentação Espírita (CPDoc) ocupará este espaço para apresentar artigos relacionados com os estudos e pesquisas que desenvolve. Em cada mês um novo artigo tratará de um tema específico, sempre envolvendo um assunto de interesse para o pensamento espírita, a sociedade e a ciência. Desta maneira, além de divulgar essas pesquisas, será possível também receber da comunidade análises e críticas que contribuam para seu aperfeiçoamento.

Qual é o objetivo do CPDoc?

Mauro de Mesquita Spinola
Autor: Mauro de Mesquita Spinola
Engenheiro eletrônico, Doutor em Computação, professor universitário. 2º. Secretário da CEPA. Diretor do CEE José Herculano Pires (São Paulo). Atual presidente do CPDoc. Participante do Programa Momento Espírita, da Rádio Boa Nova, de Guarulhos. Autor do livro "Centro espírita: uma revisão estrutural", editado pelo CPDoc.

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Coluna do CPDoc

A Pretensão do TELECO

Quando o TELECO surgiu, ou até antes de encarnar TELECO, vivíamos uma situação de pouco estímulo a leitura. O apelo da TV era soberbo e atrativo. Os computadores estavam se estabelecendo e ocupando grande espaço do interesse infanto-juvenil. Saímos de um período de ditadura, em que a educação e cultura fora prejudicada, sobrepujada por interesses outros e a nossa juventude pouco ou nada lia; salvo os filhos de uma parte da classe média mais abastada, por conta de educação em escola particular, que nem era tão estimulada mas “forçada” (se assim se pode colocar) a ler.

Geraldo Pires
Autor: Geraldo Pires

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Espiritismo: uma religião brasileiraAmérica Espírita

A CEPAmigos e o CPDoc promoveram interessante debate com o professor José Luiz Santos, autor do livro “Espiritismo: uma religião brasileira”, escrito a partir dos estudos que desenvolve na área de representações sociais e simbolismos, analisando a cultura como dimensão do processo social. Professor titular de antropologia da UNICAMP, fez interessante análise da inserção do espiritismo no Brasil, que se deu por meio da elite cultural, branca, letrada e católica, que falava francês e ocupava funções sociais de prestígio (militares, juizes, etc.). Segundo ele, os primeiros espíritas, principalmente os “científicos”, eram progressistas, anti-escravagistas e pró-republicanos.

Destacou que naquele contexto o catolicismo enfrentava problemas com o império e por não atendia a expectativa da cultura brasileira, que ansiava por coisas espetaculosas. Além disso, o espiritismo surgiu em sintonia com o paradigma dominante do século XIX, o evolucionismo teleológico, que propunha um sentido ao paraíso, o lugar perfeito para onde natural e inexoravelmente evoluiria a sociedade.

Ademar Arthur Chioro dos Reis
Autor: Ademar Arthur Chioro dos Reis
Médico sanitarista e professor universitário. Membro do CPDoc e do Centro Espírita Allan Kardec (Santos-SP)

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Muitas informações que circulam no movimento espírita brasileiro a respeito do livre-pensamento e dos grupos espíritas que a ele se vinculam foram distorcidas e se mostram incompletas, devendo-se a isso vários dos preconceitos presentes no contexto histórico atual.

O necessário resgate da história, que hoje se faz com grande intensidade no espiritismo, resultou em um projeto que está sendo posto em prática pelo Centro de Pesquisa e Documentação Espírita (CPDoc), com o objetivo principal de estruturar a memória com base nos fatos e na visão daqueles que participaram ativamente dos acontecimentos, em especial nos anos 1970 a 1990, período em que a CEPA retomou sua presença no Brasil, o Grupo de Santos se formalizou e o CPDoc foi criado.

A consciência imprecisa dos acontecimentos importantes da época se tornou um campo fértil para a disseminação de fatos, que hoje se conhece como Fake News, do que resultaram e em grande quantidade permanecem no canário da atualidade diversos preconceitos em relação aos grupos e indivíduos que comandaram ou participaram ativamente daqueles eventos.

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Quem somos

O CPDOC Iniciou suas atividades em 1988, fruto do sonho de jovens espíritas interessados na inserção da crítica coletiva como prática estimuladora ao aperfeiçoamento dos trabalhos.

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